Novidade!!! Lançamento!!!

Novidade!!! Lançamento!!!
Livro em formato E-Book

Translate

Seguidores

Total de visualizações de página

Minha lista de blogs

Páginas

10 de outubro de 2010

Capitulo:52 NEURORELIGIÃO - De onde vem a fé

Neuroreligião: Os segredos cérebro e de onde vem a fé e a crença na religião


Você já dever tido ouvido falar que o Cérebro humano usa apenas 10% de sua capacidade. A pesar de baseada em conceitos verdadeiros, essa afirmação não passa de uma metáfora, a verdade é que 100% da massa encefálica trabalha, vigorosamente, 10% somente vale para Einstein. O que não se explica é porque algumas pessoas, com cérebro aparentemente comum, tem habilidades de recordar grande quantidade de imagens e dados, como um Atlas Geográfico e memória calendário (capacidade de dizer em que dia da semana caiu uma data a séculos de distância) ou como uma pessoa é capaz de escutar 20 páginas de uma partitura de até 7 mil músicas uma só vez e tocá-las no piano.
Não sabemos ainda como funciona nossa mente para lidar com o Universo. Graças a ela, dispomos de noção de individualidade, consciência e capacidades variadas de aprender, avaliar, adorar, de testar, opinar e reconhecer “sintomas” de estados de espírito como o amor, o prazer e detectar resultados de comportamento. A mente é mais do que a atividade elétrica e química do cérebro. A ponte entre um lado e outro continua um mistério. Definir inteligência é complicado: além do raciocínio lógico, há outras características, como a capacidade musical, que também pode ser considerada como inteligência. A infância é favorável para a aprendizagem de gramática e de uma nova língua.
Aristóteles afirmava, 300 anos antes de Cristo, que a alma se alojava nos espaços vazios do coração. Herófilus de Alexandria, seu conterrâneo sustentava que o verdadeiro domicílio da alma estava nas cavidades do cérebro. Essa teoria prevaleceu até a Idade Média (XVII).
Desenvolvido pelo psicólogo Daniel Goleman nos fins dos anos 90, a Teoria da Inteligência Emocional usa testes para medir o Quociente de Inteligência Emocional (QE). Os críticos argumentam que o QE só mede variações de personalidade. Inventado no início do século passado, o teste de Quociente de Inteligência (QI) pretende medir a capacidade mental das pessoas, mas os críticos dizem que só considera o raciocínio lógico matemático, uma pequena parcela da inteligência.
O mais perto que a ciência já chegou de reproduzir o cérebro humano está em um projeto dos pesquisadores na Escola Politécnica de Laussanne na Suíça, chamado Blue Train, que pretende recriar nossos neurônios (colunas neurocortais) em um super computador. Querem atacar, a princípio, o neocórtex – área que corresponde a 85% do cérebro em humanos, onde estão as funções “nobres” ligadas aos sentidos, como a percepção, a linguagem e a consciência. Através do super computador Blue Train , cerca de 10 mil vezes mais potente, que um computador moderno, atual de mesa. Tem um nível para analisar os diferentes neurônios e as conexões existentes, parecidas com os galhos ou raízes de uma árvore, que acontecem por meios de impulsos elétricos que circulam com os mensageiros químicos, os neurotransmissores. A capacidade de cálculo dos computadores modernos finalmente alcançou um nível em que esse tipo de simulação deixou de ser só ficção científica e certamente vamos ter a resposta sobre as funções mais nobres do cérebro.
Mesmo na comunidade científica discute-se se a inteligência seria fruto da herança genética ou da educação, de genes ou do meio
Precisamos de mais e não de menos conhecimentos sobre nós mesmos, de mais sabedoria para assegurar o nosso futuro. As possibilidades existem...só precisamos aproveitá-las.

No livro de Tom Wolf (editora Rocco) , “Eu Sou Charlotte Simmons”, a mensagem do escritor americano da Neurociência é que somos mecanismos. Pensamos que temos controle sobre nossas escolhas, nossa idéia de bem e mal, o tipo de música que gostamos, mas a neurociência na verdade diz que não é bem assim, que temos um micro chip determinado geneticamente e que não existe livre arbítrio. Essas idéias que eu acho deprimentes, estão se espalhando. Já se encontram pais por aí que acreditam que se o filho não está se saindo bem na escola, é por que não foi programado para isso.

A Neurociência cognitiva é fascinante. É um campo de pesquisa em grande desenvolvimento. Ela se baseia nas novas técnicas de imagens como a tomografia computadorizada e da ressonância magnética (derivados da mecânica quântica), que mostram neurônios e agrupamentos de neurônios disparando quando o cérebro reage a um estímulo.
O cérebro humano tem 100 bilhões de células nervosas e mais de cinqüenta substâncias neurotransmissoras, interconectados por 100 trilhões de sinaapses (interconexões entre os neurônios do cérebro). Estima-se que o potencial de conexões entre os neurônios chegue a 500 trilhões . Qualquer comportamento complexo depende de diversos grupos de células ligadas por circuitos. A metáfora mais freqüente nos livros de neurologia é a das cascatas naturais – grandes seqüências de atividação de áreas do cérebro, às vezes bastante afastadas entre si.
Estudos recentes realizados em universidades do RGS com cobaias, revelam que a memória dos animais pode ser prolongada e aumentada em doze horas, após ter sido administrada uma determinada proteína.
As últimas modernas técnicas de produção de imagens como a tomografia de emissão de pósitrons (PET), a partir dos anos 70 e principalmente aperfeiçoada nos anos 90. Permitem localizar e captar as áreas cerebrais em movimento envolvidas em funções elevadas como raciocínio, decisão moral, emoção e prazer estético. A técnica da tomografia por emissão de pósitrons, a TEP mede, com absoluta precisão. O fluxo sanguíneo das zonas cerebrais em atividade mediante a injeção de um produto ligeiramente radioativo no sangue do indivíduo. Nas últimas técnicas batizada de Brainbow – cérebro e arco-íris - os neurônios (redes neurais) aparecem em 90 cores bem vivas e contrastantes. Com essas técnicas combinadas, pode-se ter o mapa da mente ao alcance da mão. O mapa cerebral das mulheres é diferente do dos homens.
Técnicas associadas a neuroquímica puseram em marcha uma revolução e a nova ciência do cérebro fez explodir o número de estudos sobre essas atividades tão intimamente ligadas à nossa essência humana. Por vários séculos o cérebro foi considerado sobretudo a sede da razão. Mas os avanços recentes da neurociência abriram uma porta para que se investiguem estados subjetivos. Essas pesquisas vasculham o cérebro para compreender a arte, a desordem mental (devido a defeitos nas proteínas sinápticas) e até os sentimentos religiosos.

O mapa cerebral da fé, neurônios que crêem, a sensação de transcendência, obtida com reza ou meditação, não é fruto de imaginação. Ela é biologicamente real e pode ser verificada cientificamente. É o que mostrou Andrew Newberg , radiologista da Universidade de Pensilvânia, que conseguiu obter imagens das modificações cerebrais que ocorrem durante esses momentos. O estudo está relatado no livro Why God Won’t Go Away (Por que Deus Não Vai Embora).
Participaram da experiência um grupo de budistas tibetanos e de freiras franciscanas. No estudo, eles se submeteram a exames de tomografia enquanto meditavam ou rezavam. As imagens mostraram uma redução na atividade da região do lobo parietal, responsável pela nossa orientação espacial. Ela nos ajuda a distinguir ângulos e distâncias e a diferenciar os limites de nosso próprio corpo. Sem essa orientação não conseguimos nos localizar no espaço físico ou mental.
Para Newberg, a origem das religiões pode ter base nesse processo cerebral, vivido por uma pessoa em circunstâncias não necessariamente espirituais, e relatado para o grupo como uma experiência divina (seja o homem das cavernas tendo a visão de um espírito após dias sem comer, ou Moisés ouvindo os Dez Mandamentos). “É improvável que esses mecanismos cerebrais tenham se desenvolvido somente por motivos espirituais”, escreveu o autor.

“Acredito que foi adotado durante a evolução, pois as crenças e atos religiosos seriam benéficos para o organismo. Diversos estudos ligando saúde e fé têm demonstrado isso.”

Regiões do cérebro envolvidas na oração e meditação: Lobo frontal. Concentração: relacionada às experiências espirituais obtidas com a meditação. Lobo temporal: Visão: - é ativada durante experiências religiosas que envolvem imagens, como velas ou cruzes. Linguagem e abstração: é a região estimulada pela linguagem e pelos ícones religiosos. Lobo parietal - orientação espacial: ligada às sensações de “fazer parte de algo maior”, “ser um só com o Universo”. Já outros afirmam que todos os lados do cérebro passam pelos dois hemisférios, direito e esquerdo e trabalham em conjunto. Na verdade somos animais evoluídos. A natureza animal está gravada nos nossos genes e a violência humana deriva da agressividade dos animais. Como parte do cérebro é racional, este produz o melhor do nosso comportamento. O mundo tornou-se um lugar melhor devido à supremacia da razão sobre os impulsos irracionais.

Mas como se explica a violência do ser humano? Para poder decifrar os mecanismos que explicam a violência no ser humano, vários especialistas renomados escolheram o caminho na neuroquímica. Essa complexa ciência sustenta que as substâncias que transmitem os impulsos nervosos (ou neurotransmissores), as substâncias neuromoduladoras e os hormônios condicionam os comportamentos diante dos mais variados tipos de situação.
Existem vários hormônios que influem no comportamento tanto de animais quanto de seres humanos, como por exemplo, o androgênio e o estrogênio, que influenciam o comportamento sexual da pessoa adulta. A quantidade de testorenona modula o possível desencadeamento de um comportamento agressivo. A dopamina existente no cérebro é outro neutransmissor que afeta o grau de violência do indivíduo. A serotonina atraiu a pesquisa científica quando foi estabelecida sua estreita relação com a conduta impulsiva e violenta de diversos tipos de criminosos.
Os indivíduos que apresentam tendência agressiva são mais propensos a reagir de maneira impulsiva e violenta diante de estímulos de características diferentes. São consideradas também causas como: maus tratos e a violência sofrida na infância, o fator de desestruturação familiar, uso de entorpecentes e outros. Talvez seja essa a explicação que define o motivo pelo qual só uma parte da humanidade tem tendência a atos violentos.

De onde vem a fé ? A palavra fé pode ter vários usos, no seu maior significado é equivalente a “acreditar” e “confiar”. Pode se ter fé tanto numa pessoa ou até mesmo em um objeto inanimado, numa ideologia ou em um credo (base de propostas/dogmas de uma dada religião). Podemos definir de modo mais claro a palavra “fé” dentro do contexto cristão: Fé é acreditar naquilo que a Bíblia, Torá, Vedas, Alcorão declaram, independentemente daquilo que vemos ou ouvimos. Em outras palavras: Fé é acreditar que Deus cumprirá aquilo que prometeu. Em contextos religiosos , “fé” tem muitos sentidos diferentes, Às vezes quer dizer lealdade a determinada religião, por exemplo, “fé católica” ou “fé islâmica”. Para religiões que se baseiam em credos e crenças, a fé também quer dizer que alguém aceita as visões dessa religião como verdadeiras. Para religiões que não se baseiam em credos, por outro lado, fé muitas vezes significa que alguém é leal para com uma determinada comunidade religiosa. Algumas vezes, fé significa compromisso numa relação com Deus. Nesse caso, fé é usada no sentido de fidelidade. Tal compromisso não precisa ser cego ou submisso.
Fé é crença sem prova, como toda crença, mas que dispensa vantajosamente, por vontade, confiança ou graça. Vantagem equívoca, se não suspeita. É se crer, se fiar ou se submeter. Toda fé peca por suficiência ou por insuficiência. No sentido mais corriqueiro, a palavra designa uma crença religiosa e tudo que a ela se assemelha. É crer numa verdade que seria um valor, num valor que seria uma verdade. A fé também é voltada para o futuro. É como uma utopia metafísica: a esperança inventa um objeto para si, o qual a transforma em verdade. Trata-se de crer, como dizia Kant, que “algo é... já que algo deve acontecer”. Essa mentira, em sua sinceridade, é a própria religião.
Para muitos judeus, por exemplo, o Talmud mostra um compromisso cauteloso entre Deus e os filhos de Israel. Os antigos egípcios, hindus, chineses, não pensavam muito sobre o cérebro. A maioria pensava, nada tinha a ver com o pensar. Platão, levantou a hipótese de que as faculdades de raciocínio residiam na cabeça. Milhares de anos após concluíram que a sede de nossa consciência ficava de fato localizada entre nossas duas orelhas. Depois o estudo se tornou Neurociência.

Para muitas pessoas, fé ou falta de fé é uma parte importante das suas identidades e uma pessoa pode se identificar como muçulmano ou um cético. Muitos racionalistas, humanistas, assim como pessoas não-religiosas, livres-pensadores, agnósticos, criticam a fé religiosa, apontando-a como irracional. Nesse ponto de vista, o credo deve ser restrito ao que é diretamente demonstrado por lógica ou evidência.

No Brasil, 90% da população crê em deuses e milhares de religiões e seitas foram criadas no mundo, nos últimos dez anos. Por que essa necessidade de ter Fé Religiosa ? Algumas das hipóteses formuladas por cientistas sociais e filósofos e recentemente pela psicologia e medicina podem indicar alguns caminhos para a fé, crença e religião. Como já vimos Fé, significa ter confiança, “fiar-se”. Essa confiança pode se referir às crenças, mas vai além da religião Nossa própria existência é um ato de fé, quando duas pessoas se uniram, entregaram-se e deram origem a uma terceira pessoa.
Já a Crença religiosa é um conjunto de afirmações que fazem parte de uma doutrina, como a promessa de vida eterna ou os dons de cura através do Espírito Santo. A fé religiosa seria a maneira encontrada pelo homem para preencher o “vazio transcendental”, ou seja, procurar um significado para a própria existência, confiar no divino ou seja “jogar nas mãos de um Deus”, para resolver tudo que não consegue solucionar por meio da razão. Essa “fé” seria um mecanismo para aplacar a angústia frente ao desconhecido, ao sobrenatural, ao desconhecido após a morte, ou problemas diários como dificuldades financeiras e relações afetivas conturbadas.
O homem na ótica das religiões e escrituras é dotado de “alma” e aí vai, em busca de pregações e adoração de imagens, objetos e seres que acha serem superiores, assim como a intercessão de assessores que tem a “palavra” (intermediários), numa combinação de chantagem com suborno para atingir seus objetivos.
O homem, por sua natureza cômoda e covarde, acredita não saber viver com ética sem religião, crê que a felicidade só pode ser encontrada através da mensagem cristã das sagradas escrituras e seu código de leis ditado por pessoas e seguindo Jesus o Salvador. Em vez de enfrentar as dificuldades e os problemas com coragem, diz que não sabe como resolver e leva para Ele resolver na esperança de ter uma salvação pelos erros que comete bem como na promessa de vida eterna depois da “morte”. Após a morte as religiões prometem, que a vida eterna será uma festa, sem cansaço, sem imperfeições, sem problemas. Alá, Deus, pensaram em tudo. Nos transformará em bonitos e fortes e que ele mandou seu filho Jesus e Maomé para conquistar essa “realidade” da eternidade com alegria.
Milagres como a ressurreição de um morto ( não se conhece um caso entre bilhões) incompreensíveis que só a Deus cabem explicar ( o que é mais incompreensível ainda) e outros que a ciência tornou fatos banais (como o eclipse e pestes, por exemplo). O que é um milagre ? um ato de Deus ou prova da plena ignorância, tolice ou cegueira do homem ? O que vale mesmo para eles é crer sem compreender. Já não é fé, e sim credulidade.
Os especialistas são unânimes em afirmar que, nos momentos de crise e dificuldades, há uma maior procura por religiões. E é justamente porque as novas igrejas, não católicas, oferecem a solução para momentos de dificuldades, através do discurso “mágico”, para qualquer tipo de problema cotidiano, com promessas de soluções concretas para nos consolar, tranqüilizar, fazer crer e obedecer a Deus, e rápidas desde, unha encravada, problema financeiro até desavenças matrimoniais, salvação eterna e o paraíso, pela via do “milagre” ou intervenção divina, para todas as classes sociais, para pobres e ricos. O sucesso obtido na resolução da crise e dos problemas torna-se estímulo para a prática religiosa e fortalece a fé e atraem cada vez mais fiéis de outras religiões e de todas as idades e crenças. Quanto mais supersticiosa e emocional é a pessoa, maior é a probabilidade por instinto, dela aceitar essas novas manifestações sobrenaturais ou divinas, principalmente na questão da saúde, onde é mais evidente o número de pessoas que se livraram da dependência de vícios da bebida e de drogas.
Os ateus que não acreditam em deuses (as) bons ou em um Criador inventado (ou a ser inventado), que tudo vê e tudo faz e pode (horrores demais no mundo, mediocridade demais no homem), ou qualquer outra entidade divina como profetas, santos. Devido à ausência de evidências em seu favor (sem evidência, sem crença), também tem fé em algo que os transcendem, pode ser o amor, a arte, a literatura, a música, o esporte ou simplesmente o trabalho, ninguém vive sem fé. A questão da verdade de uma religião é uma coisa, mas a questão de sua utilidade é outra, diferente.

Não sou cristão (embora tenha sido desde a infância), porque não sou apegado o tempo todo ao passado morto e palavras proferidas há séculos e baseadas no medo. Estou tão firmemente persuadido de que as religiões são nocivas, como o que estou de que são mitos e fábulas. Todas as religiões de todos os países também podem ser boas desde que sirvam a seu Deus convenientemente. A minha própria mente é a minha “igreja” a sinceridade do coração o meu templo. O importante é praticar o bem.

O francês Pascal Boyer, utilizando conceitos da psicologia evolutiva, autor do livro Religion Explained (Religião Explicada), pretende provar que “as pessoas têm crenças religiosas, porque outros indivíduos de seu convívio as tiveram antes e as passaram adiante. Existe, uma predisposição de nosso cérebro a aceitar algumas dessas idéias”, segundo Pascal.

Vamos beber na fonte de outro famoso pensador francês Montaige:

“Nada sabemos”. Que sabemos de nós? Cada um de nós possui a “sua” natureza, que se encontra no fundo da alma, na maneira de sentir e agir, no timbre da voz, na cor da pele, no ritmo do andar. Tolerância, compreensão, transigência, acomodação – a palavra de ordem, o seu código. Tudo é precário e incerto na existência. Mas não vamos nos desesperar por isso. Resta-nos uma coisa, um bem supremo – viver, viver inteligentemente, extraindo da vida o que ela pode nos dar de belo e bom. A verdadeira atitude inteligente é a do sábio – que jamais se engana”

Gostaria de ver um mundo em que a educação tivesse por objetivo antes a liberdade mental fundamentada na razão (não em mentiras e ilusões) do que o encarceramento do espírito dos jovens numa rígida armadura de dogmas, que tem em vista protegê-los, através da vida contra provas imparciais. O mundo precisa de corações e de cérebros francos, liberdade e não é mediante sistemas rígidos, que sejam velhos ou de novos fanáticos, que isso pode ser conseguido.


*************************
“Uma visita ao hospício mostra que a fé não prova nada”.

Friedrich Nietzche

“As pessoas vão à Igreja, pelos mesmos motivos que vão à taverna: para estupefazerem-se, para esquecerem-se de sua miséria, para imaginarem-se, de algum modo, livres e felizes.”

Bakunin

Um comentário:

Leandro disse...

estou acompanhando suas postagens.
Voce conhece o site www.clubedeautores.com.br
lá vc pode publicar seu livro. somente os q forem vendidos.
se servir pra vc, manda uma copia autografada pra mim.