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17 de abril de 2010

O que é o tempo? E os calendários

O que é o tempo? E os calendários.

Se, concordamos que a História é a ciência que estuda os homens em sociedade no tempo, a questão seguinte será: o que é o tempo.

Santo Agostinho, um dos filósofos do Cristianismo, dizia que sabia o que era tempo, se não lhe perguntassem, mas, se tivesse de defini-lo, não saberia. Isso significa, que todos nós convivemos com fenômenos temporais: dia, noite, estações do ano, crescimento, envelhecimento, portanto podemos sentir o tempo, entretanto é muito difícil defini-lo.

Considerando o fato de vivermos no planeta Terra, várias civilizações estabeleceram uma divisão do tempo adotando como base o movimento da Terra, do Sol e da Lua. Uma volta do planeta em torno do seu eixo (rotação), foi interpretado por várias culturas como um dia de 24 horas iguais, por sua vez subdivididas. Decidimos que o dia não começa ao nascer do Sol, mas aproximadamente seis horas depois que ele desaparece no horizonte. Outras civilizações poderiam fazer divisões diferentes: afirmar que o dia começa logo que o Sol aparece, ou simplesmente não se preocupar com isso. Na Babilônia, os astrônomos definiam o início do dia quando o Sol estava a pino, no seu ponto mais alto no céu.

Esse é o tempo físico ou cronológico, e podemos perceber que suas balizas são arbitrárias, que alguém as definiu assim em algum momento e os demais assentiram, convencidos ou forçados. O tempo cronológico, embora fundamental para a compreensão da história, não é o objetivo, mas, sim o tempo histórico, ou seja, os períodos da existência humana em que ocorreram eventos mais ou menos ligados aos mesmos problemas, fatores, sistemas, idéias nos períodos em que houve uma certa articulação de eventos. Eles são importantes para compreendermos a história de uma forma mais ampla que a simples sucessão de fatos e de homens “importantes”.

O tempo histórico, portanto, não é regular e linear como o tempo físico ou cronológico, mas formado por diferentes durações, já que está vinculado às ações dos grupos e aos conjuntos de fenômenos religiosos, mentais, econômicos , sociais e políticos que resultam dessas ações. Assim, o século XX teria se iniciado em 1914 e encerrado em 1991, com o fim da União Soviética. Evidentemente não estamos falando em séculos no tempo cronológico, mas de tempo histórico. Com base nessa idéia - de que o tempo das ações humanas não segue exatamente os relógios e os calendários – outros historiadores argumentam que o tempo histórico tem diferentes durações. As formas como os homens organizam a produção, a distribuição e o consumo de materiais (economia), por exemplo, teria uma duração mais longa por mudar mais lentamente (eventos de longa duração), enquanto na política as mudanças são mais rápidas (eventos de curta duração). Medir o tempo histórico e dividi-lo em períodos (periodizá-lo) é igualmente um ato arbitrário, pois a escolha do ponto inicial da contagem e dos eventos mais importantes é feita por algumas pessoas, segundo sua compreensão do mundo e da existência humana, e seguida por outros, sem que necessariamente exista uma concordância de todos. As periodizações são também expressões da cultura, daí a existência de diferentes calendários, ficando evidenciados os principais valores de uma determinada sociedade ou civilização. Vejamos por exemplo:

Baseados no Torá, a maior parte das ramificações judaicas segue o calendário lunar. O calendário judaico rabínico é contado desde 3761, antes de Cristo. O Ano Novo judaico, chamado Rosh Hashaná, literalmente “cabeça do ano”, é o nome dado ao ano-novo no judaísmo, que acontece no primeiro ou segundo dia do mês hebreu de Tishri, que pode cair em setembro ou outubro. Os anos comuns, com doze meses, podem ter 353, 354, e 355 dias, enquanto os bissextos, de treze meses, 383, 384, ou 385 dias. O calendário judaico começa a ser contado em 7 de outubro de 3760 a . C., que para os judeus foi a data da criação do mundo o que quer dizer que estamos vivendo no ano de 5768 (para 2008). O dia de descanso e orações começa ao nascer da lua, ou seja o Shabat, vai do entardecer de sexta-feira ao entardecer de sábado, o sétimo dia, o dia do Senhor ou do nada. Também seria o dia da diversão, o que dá na mesma. Domingo não há nada mais a fazer além de cuidar do essencial o repouso, que é talvez esse nada mesmo...

O calendário dos muçulmanos se inicia no ano 622 de nosso calendário. Afirmar que “chegamos no ano 2009”, significa que, para nós, os tempos começam a ser contados a partir de um evento ocorrido há 2009 anos, aproximadamente, que, no nosso caso, é o nascimento de Jesus de Nazaré, chamado Cristo (ainda existem controvérsias). A nossa periodização se baseia na idéia de que o surgimento histórico de Cristo é tão importante para a humanidade que o tempo deve ser dividido em dois períodos: antes de Cristo (a .C.) e depois de Cristo (d.C.) ou ano do Senhor, do latim Anno Domini (a.D.) - forma menos utilizada atualmente, adicionada aos anos posteriores ao nascimento de Cristo. Também por isso as sociedades cuja religião majoritária segue essa crença, acompanha o Calendário Cristão. Os muçulmanos consagram a Deus a sexta-feira, o dia em que Adão foi criado por Alá (Deus), o dia do descanso semanal.

De acordo com o Cristianismo, Deus criou o homem há quatro e mil e quatro anos atrás antes de Cristo. Presumo que antes da criação não haveria nenhum calendário e então deve ter sido dia 1 de janeiro, não há outra forma, ou seja mais de 6 mil anos atrás. Esse Criador caprichoso permanece em silêncio durante toda a eternidade, nunca mais criou nada e nada se sabe a respeito dele. A não ser que descansou no sétimo dia e não se sabe quem foi o seu criador. Tudo bem, para os cristãos é permitido. Ele nunca mais voltou ao escritório; o que ele faria? Já o Sábado pela infinita sabedoria da Bíblia é Sagrado e se fizer obra ou trabalho certamente como bom cristão, morrerás.

“Portanto guardareis o sábado, porque é santo para vós outros; aquele que o profanar, morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado de meio do seu povo” Êxodos:31:14.

“Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao SENHOR; qualquer que no dia de sábado fizer alguma obra morrerá”. Ex, 31:-15.

“Trabalhareis seis dias, mas o sétimo dia vos será santo, o sábado do repouso ao SENHOR; quem nele trabalhar morrerá”. Ex, 35-2.

“Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas no dia de sábado”. Ex, 35-2

Agora a única coisa que resta é destruir. E um Criador que cria um mundo sem razão alguma também é capaz de destruí-lo sem razão alguma. E você não terá resposta alguma para a causa da questão de por que você foi criado, nem terá tempo de perguntar porque foi destruído. Quem vai perguntar?

Existem vários calendários diferentes do cristão e mesmo entre os cristãos há divergências sobre a marcação do tempo. Por exemplo: o judaico conta o tempo a partir dos judeus que consideram a “Era da Criação” do mundo (definido por estudos de seus chefes religiosos como dia em que Deus criou Adão e Eva), que teria ocorrido há mais de 5 mil anos, comemoram o Ano Novo ( Rosh Hashaná), quando em 4 de Outubro começa o seu ano 5769. Enfim, há tantos calendários quantas civilizações. Muitos povos não criaram um calendário próprio, pois, para estabelecer uma divisão do tempo, são necessários conhecimentos de astronomia, mas não deixavam de ter as suas formas de tempo. Além disso, fatos comuns a mais de uma dessas civilizações nem sempre são interpretados da mesma maneira: o nascimento de Jesus de Nazaré, por exemplo central para os cristãos, tem um significado relativamente reduzido na periodização da história para os judeus. Da mesma forma, a Hégira, importante para os muçulmanos, não consta do calendário nem das periodizações cristãs.

Logo no início do cristianismo, o tempo não começou a ser contado a partir do nascimento de Cristo. Foi preciso, antes, que os cristãos tivessem se aproximado do poder e ampliado sua capacidade de influenciar decisões, com a conversão de milhares de pessoas ao cristianismo e a aproximação das lideranças aos imperadores de Roma. Algumas décadas depois do fim do Império Romano do Ocidente, em 525 d. C., Dionísio, na época, abade de Roma, baseado na informação sobre a idade de Roma e em detalhes históricos do período do nascimento de Cristo, estabeleceu o ano em que Jesus teria nascido. Dionísio, definiu o ano 1 do calendário cristão como o ano 754 da fundação de Roma, que passou a ser usado pelos cristãos e ganhou importância com a reforma empreendida pelo papa Gregório XIII, em 1582, motivo pelo qual o calendário cristão ocidental é chamado de gregoriano, apesar de existirem calendários cristãos diferentes. Ele foi adotado pelos povos europeus. A Grã-Bretanha e os países protestantes apenas adotaram o novo calendário no século XVIII, os países de tradição ortodoxa no início do século XX e depois tornou-se referência para vários outros povos.

Os líderes chineses, por exemplo, adotaram o calendário gregoriano em 1912, por causa das relações comerciais com o Ocidente, mas entre o povo continua valendo o calendário tradicional usado há milênios. É o mais antigo registro cronológico conhecido, diferente do ocidental, regido pelo sol e associado à lua e geralmente cai entre o final de janeiro e o mês de fevereiro. Cada período anual recebe o nome de um entre 12 animais, 2008 – ou no caso, o ano lunar taoísta 4 705 , segundo a astrologia chinês, será regido pelo rato, e muita gente também compra o animal vivo, sendo considerado amuleto de sorte para o ano todo, tendo excelente influência para os negócios e investimentos à longo prazo. O rato significa o desejo. Você só pode montar nele se o controlar, se não ele causa destruição. Já dizia Mencken:

Para mim, um homem rezando e outro portando um pé de coelho para lhe dar sorte são igualmente incompreensíveis.”

Para os muçulmanos o tempo é contado a partir da Hégira, o mais importante de todos os tempos. Esse fato corresponde à fuga do profeta Maomé de Meca para Medina, o que em nossa periodização ocorreu em 622 d.C., ou 1374 da fundação de Roma, se a civilização romana clássica ainda existisse. Para encontrarmos a data atual, 1429 da era islâmica, segundo os muçulmanos, não basta subtrair 622 do ano em que estamos, de acordo do calendário cristão, pois o calendário muçulmano é lunar, divide-se em 12 meses: cada mês equivale a um ciclo da Lua, e todos juntos são contados a partir de uma órbita da Lua em torno da Terra. Esse fato está relacionado ao simbolismo da Lua no islamismo, como nas suas bandeiras. Já o calendário cristão baseia-se na divisão dos 12 meses do tempo que a Terra leva para dar uma volta em torno do Sol (movimento de translação), ocorrendo uma diferença de mais dez dias em relação ao calendário muçulmano.

Embora tenha usado as palavras árabe e muçulmano, elas não são sinônimos. A palavra árabe, designa um povo semita que ocupa principalmente, a Península Arábica e a palavra muçulmano, aquele que segue a religião muçulmana ou islâmica, fundada por Maomé, seja árabe ou não. O Islamismo acabou se tornando religião de outros povos, como dos turcos na atual Turquia, dos persas , atual Irã e de vários povos africanos e orientais e a sua expansão irradiou a sua cultura , seus princípios religiosos, sua forma de compreender o mundo e seu calendário. Eventos importantes para os historiadores cristãos, como as cruzadas, não tiveram o mesmo significado para os historiadores árabes até um certo momento, pois, na expansão do islamismo existiam diversas frentes de combate, e as cruzadas eram apenas uma delas. Entretanto, quando as nações européias, sobretudo no século XIX, ocuparam e dominaram o Oriente Médio, o movimento cruzadista passou a ser considerado o momento inaugural da agressão e do imperialismo dos europeus, cujas conseqüências estendem-se até hoje na região.

Os Budistas em 2009 pelo calendário tibetano, comemoram o ano 2136, ano do rato na terra e também o ano 2569, é respeitado nos países de religião maioritariamente budista (Laos, Tailândia, Sri Lanka, Cambodja, Japão, etç.). É o ano da morte de Buda, quando ele tinha 80 anos. O calendário Hindu adotou um calendário nacional, o calendário hindu, em 1957 para unificar cerca de 30 calendários existentes no país, agora usando apenas para determinar festas religiosas hinduístas, budistas, jainistas e islâmicas. Embora coincida com o gregoriano na contagem de dias e nos anos bissextos, o novo calendário conta o tempo a partir da Era Saka, que corresponde ao ano 79 da Era Cristã.

Podemos dizer de que o tempo (o calendário, a periodização) que utilizamos também é , até hoje, colonizado, e que herdamos da Europa cristã ocidental. A divisão da história em quatro partes iguais, mas nem sempre significativas para o resto do mundo.

Idade Antiga: da invenção da escrita, aproximadamente 4000 a. C., até a queda do Império Romano do Ocidente, em 476 da era cristã.
Idade Média: de 476 até a tomada de Constantinopola pelos turcos otomanos, em 1453;

Idade Moderna: de 1453 até 1789, data da Revolução Francesa;

Idade Contemporânea: de 1789 até os dias de hoje.

O passado próximo nos parece imenso e repleto de importância, ao passo que, quanto mais remoto ele se torna mais escassa são as observações que dele temos a fazer. No Calendário Cósmico, publicado pelo astrônomo americano Carl Sagan

, a história da humanidade se torna praticamente comparável à simples vida de uma mosca.

Janeiro a novembro:

1º de janeiro: Há 15 bilhões de anos nasce o universo, a partir de a grande explosão inicial.

Princípios de maio: Forma-se nossa galáxia, a Via-Láctea.

10 de setembro: Surgem o sistema solar e a Terra (há 4,5 bilhões de anos).

Fins de setembro: A vida surge na Terra.

1º de outubro: Surgem os mais antigos fósseis até hoje descobertos (bactérias e algas unicelulares)

9 de outubro: Surgem bactérias e algas unicelulares, os fósseis mais antigos descobertos até hoje.

19 de outubro: As bactérias iniciam o processo da fotossíntese.

12 de novembro: Surgem os primeiros seres unicelulares possuidores de núcleo celular.

24 de novembro: Aparecem os primeiros seres vivos unicelulares com núcleo (os chamados “eucariotas”).

Fins de novembro: Surgem os primeiros processos sexuais em seres unicelulares

Dezembro:

1º de dezembro:

Há 1,27 bilhões de anos.

12 de dezembro:

Surgem as primeiras plantas e animais pluricelulares.

15 de dezembro:

Termina a idade primitiva da Terra e começa a Antigüidade (formação geológica: Cambriano).

16 de dezembro:

Revolução cambriana: os seres pluricelulares expandem-se rapidamente pela Terra.

17 de dezembro:

Aparecimento dos primeiros animais invertebrados portadores de carapaças.

20 de dezembro:

Aparecimento dos primeiros animais com coluna vertebral.

21 de dezembro:

Surgem as primeiras plantas terrestres; pequenos anfíbios abandonam os mares (Siluriano)

23 de dezembro:

Surgem os primeiros anfíbios terrestres e os primeiros insetos (Devoniano)

24 de dezembro:

Formam-se as florestas de carvão mineral e aparecem os primeiros répteis (Carbonífero).

25 de dezembro:

Surgem os predecessores dos dinossauros (Permiano)

26 de dezembro:

Início do Mesozóico da Terra. Começa a ascendência dos dinossauros (Triásico).

27 de dezembro: Desenvolvem-se os primeiros mamíferos a partir dos répteis (Triásico/Jurássico).

28 de dezembro:

Surgem as primeiras aves (Jurássico).

29 de dezembro:

Apogeu dos dinossauros. Aparecimento das primeiras espermatófitas (Cretáceo).

30 de dezembro:

Início do Neozóico. Extinguem-se os sáurios. Início da ascendência dos mamíferos. Surgem os primeiros primatas (Terciário).

31 de dezembro:

Surgem os símios e os símios antropóides. Aparecimento dos primeiros homens. Glaciações. Início da evolução cultural do homem (Quaternário).

O Atlas mundial, foi organizado por continentes, avançando na direção leste a partir da Linha Internacional da Data, linha que corta o oceano Pacífico de norte a sul, no meridiano 180 graus, e marca a mudança de dia e do mês.


Não é de espantar, pois, que a evolução e a história da Terra se reduza a uma tabela árida e incompreensível. De todos os esforços feitos para tornar esses períodos de tempo mais compreensíveis, salienta-se o “Calendário Cósmico”, publicado em sua obra Os Dragões do Éden, onde se encontra a História do Universo até hoje, condensada num único ano.

A idéia toda de Deus ter criado o homem tira a beleza da vida, a alegria da vida. Quero lhe ajudar e ter a opção de tirar da sua vida a idéia de que não existe um Projetista onipotente todo poderoso, onisciente todo conhecedor além de onipresente. Para que também possa sentir-se independente, livre, não como um marionete criado, mas como uma fonte eterna de vida, só então você conseguirá ser feliz e livre. O mundo parece tão triste, tão cristão. Não é só Jesus que é triste, ele pode ser perdoado, ele é um pobre homem na cruz e você não espera que ele sorria e lhe diga alô meu irmão, porque ele representa quase todo o mundo. Não apenas os cristãos, mas todo mundo, parece estar na cruz, a cruz invisível. Quando Jesus disse, tão sério, talvez estivesse certo, que todos deveriam carregar a sua cruz nos ombros. Eu preferia que ele tivesse dito, carreguem uma coisa mais leve, não tão pesada. Existem tantas coisas mais leves, um violão por exemplo.

Mas não, as religiões não querem que você ame as coisas simples, cante e dance, porque as pessoas que cantam, dançam e riem são fundamentalmente de caráter independente e alegres e vivem a vida na sua plenitude. Ele só quer que você trabalhe arduamente, para glorificá-lo. Ele não quer que você perca o seu tempo que deve ser de orar e rezar em vez de tocar violão ou dançar sob as estrelas. Ele quer você sério, triste, para que possa ser comprado escravizado e comprado e explorado mais facilmente. Pense só por um momento como o tempo seria melhor aproveitando a vida, sem torturar-se em nome de algum Deus ou profeta mitológico e hipotético.

Todas as religiões usam o argumento, de que são muito antigas e velhas, o Judaísmo tem no mínimo quatro mil anos. Outras usam o argumento oposto. O Sikismo por exemplo, tem quinhentos anos, o Islamismo tem apenas um mil e quatrocentos anos, e dizem que são mais novas e que devemos acreditar nelas porque trouxeram a versão final da mensagem. E todas alegam que se ninguém as contestou e desobedeceu que dever haver alguma verdade nelas e cada escritura sagrada (antigo testamento) alega ser a dona da verdade porque é a palavra transmitida por Deus.

Mas os tempos estão mudando e pense sobre como você perdeu a sua liberdade de pensamento e porque continua acorrentado a velhos dogmas.

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“O maior pecado contra a mente humana é acreditar em coisas sem evidências. A ciência é somente o supra-sumo do bom-senso - isto é, rigidamente precisa em sua observação e inimiga da lógica falaciosa”.

Thomas H. Huxley




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